quinta-feira, 30 de julho de 2009

Download – Poesias Evangélicas (e-Book)

E-book ÁGUAS VIVAS - Antologia de Poesia Evangélica para download

Amados irmãos e leitores, é com imenso prazer que trago até vocês mais uma antologia poética. ÁGUAS VIVAS é um e-book gratuito, uma antologia reunindo textos de 10 poetas evangélicos contemporâneos, apresentando autores relativamente pouco conhecidos ao lado de outros já consagrados, como o Pr. Israel Belo de Azevedo, Pr. Josué Ebenézer e o Prof. Noélio Duarte, membros Academia Evangélica de Letras do Brasil (AELB), e o bardo português João Tomaz Parreira, entre outros. Leia alguns trechos da apresentação: “Águas Vivas, mais que uma simples antologia poética, nasce como um oportuno projeto, que visa a aproximar ainda mais leitores e poetas evangélicos contemporâneos. Por um lado divulgando a poesia evangélica e incentivando a produção de bons autores, e por outro, apresentando ao leitor um breve, mas significativo panorama da obra destes bravos bardos que têm na fé evangélica e no manejo das palavras o traço de sua união. E projeto ainda porque meu objetivo, se o Senhor assim o permitir, é organizar de tempos em tempos novos volumes desta antologia, contemplando a obra de muitos outros autores.

… … …

Tenha uma boa leitura, e sinta-se livre para compartilhar este livro eletrônico com seus amigos, irmãos e contatos, mas lembre-se: a obra não pode ser comercializada de nenhuma maneira, estando liberada sob uma licença Creative Commons.” Em ordem alfabética, os autores que compõem este livro são: Brissos Lino, Gilberto Celeti, Giovanni C. A. de Araújo, Israel Belo de Azevedo, J. T. Parreira, Josué Ebenézer, Luiz Flor dos Santos, Noélio Duarte, Sammis Reachers e Wolodymir Boruszewski (Wolô). São 163 páginas, em formato PDF. Para você baixar, divulgar e compartilhar à vontade.

Para baixar o livro, Clique Aqui.

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Irmãos, estejam livres para reproduzirem este post em seus blogs, e/ou disponibilizarem este livro para download direto a partir de seus blogs e sites, sejam pessoais ou institucionais, sem a necessidade de prévia autorização. Sammis Reachers, org.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

AS IMPLICAÇÕES MORAIS DO DARWINISMO

 

www.segs.com.br - Fonte ou Autoria é : Armando Luis Francisco

28-Jul-2009

Earl Aagard
A vida humana parece ter perdido sua dignidade e valor. Pergunte a um muçulmano na Sérbia, um ba’hai no Irã, ou um cristão no Sudão. Observe Jack Kevorkian facilitando o suicídio e sendo abraçado como um contribuidor sério e mesmo valioso à sociedade. A questão surge: O que é importante a respeito da natureza humana?

Tempo houve em que podíamos culpar de barbarismo, o pagão, o selvagem, ou os fanáticos. Nomes vêm à mente: Hitler, Ghengis Khan ou Pol Pot. Mas não estamos falando do passado. Estamos à beira do século 21. O conhecimento aumentou: astronautas cruzam o espaço; satélites circulam o globo trazendo informação de toda parte para todos os lugares em poucos momentos; galáxias distantes são objeto de estudo; e genes dentro de nosso corpo são pesquisados em busca de uma chave para os mistérios da vida humana. Mas ainda resta a pergunta — simples, contudo muito profunda: Que há de especial em pertencer ao gênero humano?
Para muitos filósofos, incluindo alguns que se dizem cristãos, a resposta é cada vez mais, muito pouco. Com todo o conhecimento científico de hoje e o progresso técnico, uma visão completa do registro histórico, os seres humanos são ainda tentados a violar direitos humanos básicos.
Depois da Segunda Guerra Mundial, os julgamentos de Nuremberg expuseram o mal que se oculta no coração humano, e mostraram como a sociedade mais culta e civilizada pode chafurdar em esgotos morais, virtualmente apagando o significado espiritual de “humanidade”. As lições daquela guerra levaram as Nações Unidas a votar, em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Este documento afirmava a dignidade e igualdade de todo ser humano, exigindo que as sociedades civilizadas protegessem os fracos das agressões dos fortes. A declaração ainda está de pé. Por que, então, estamos falando de direitos humanos e dignidade?

O mito das origens

A resposta pode ser achada na explicação científica aceita quanto à origem da vida e sua diversidade, uma explicação que deixa fora o Deus da Bíblia. Esta perspectiva é claramente exposta no livro de James Rachels, Created from Animals: The Moral Implications of Darwinism (Criado Como Descendente de Animais: As Implicações Morais do dar-winismo, New York: Oxford University Press). O autor arrazoa como um adepto da evolução naturalista. Sua conclusão, fortemente documentada, é que o dar-winismo subverte a doutrina da dignidade humana. Os seres humanos não ocupam um lugar especial na ordem moral; somos apenas uma outra forma de animal.
Esta opinião não é nova. Em 1859, o Bispo Samuel Wilberforce advertiu que o darwinismo era “absolutamente incompatível” com a opinião cristã da condição moral e espiritual do homem. A Igreja Batista do Sul dos Estados Unidos, em 1987, reafirmou a opinião de Wilberforce. Mas não há unanimidade entre os cristãos. Há um século Henry Ward Beecher, o pregador famoso, sugeriu que a perspectiva evolucionista realçava a glória da criação divina. O Papa João Paulo II está disposto a aceitar o processo evolucionário como o meio usado por Deus para criar o corpo humano (mas não o “espírito”, o qual ele insiste que é objeto da criação imediata de Deus).
Mesmo os cientistas estão divididos nesta questão. Alguns (tais como Steven Jay Gould) dizem que o darwinismo e a religião não são incompatíveis, que uma pessoa pode ser ao mesmo tempo teísta e darwinista, enquanto outros (William Provine) afirmam que o darwinismo torna toda religião não só supérflua, mas insustentável.
Rachels argumenta (“Precisa um Darwinista ser Céptico?”) que a teleologia (direção e propósito) na Natureza é irrevogavelmente destruída pelo darwinismo. Sem teleologia, a religião precisa “retrair-se para algo como deísmo, ... não mais... apoiando a doutrina da dignidade humana” (págs. 127, 128). Este argumento é forte, e precisa ser refutado se um darwinista religioso quer resgatar o ensino bíblico de que os seres humanos são criados à imagem de Deus e ocupam um lugar especial na ordem divina. Como Rachels nos lembra: “A tese da ‘imagem de Deus’ não se enquadra com qualquer opinião teísta. Requer um teísmo que vê a Deus como ativamente planejando o homem e o mundo como um lar para o homem.”
Em “Quão Diferentes são os Seres Humanos dos Animais?” Rachels conclui que o darwinismo destrói qualquer fundamento para uma diferença moralmente significante entre seres humanos e animais. Se o homem descende de símios por seleção natural, ele pode ser fisicamente diferente de símios, mas não pode sê-lo de modo essencial. Certamente não pode ser em qualquer aspecto que dê ao homem mais direitos do que a qualquer animal. Nas palavras de Rachels, “não se pode fazer distinções em moralidade onde nenhuma existe de fato”. Ele chama sua doutrina de “individualismo moral”, e rejeita “a doutrina tradicional da dignidade humana” junto com a idéia de que a vida humana tenha qualquer valor inerente que os seres não humanos careçam.

Individualismo moral

Em “Moralidade Sem Que os Seres Humanos Sejam Especiais”, Rachels trata primeiro da igualdade humana, e depois a rejeita! Os seres humanos podem ser “tratados como iguais” somente se não houver “diferenças notáveis” entre eles. Essas “diferenças notáveis” poderiam ser usadas para distinguir gêneros, raças, religiões e indivíduos. Aceitando conceitos dar-winistas ele estende a análise aos animais, não admitindo superioridade humana automática sobre coelhos, porcos ou baleias. Sob “individualismo moral”, quando confrontado com o uso de um ser humano ou de um chimpanzé para um experimento médico letal, não mais podemos decidir a questão argüindo que o chimpanzé não é humano. “Teríamos de perguntar o que justifica usar este chimpanzé, e não aquele ser humano, e a resposta teria de ser em termos de suas características individuais, e não simplesmente por pertencerem a este ou àquele grupo” (pág. 174).
Considerando o papel crucial de “diferenças notáveis” nesta ética, a gente procura alguma definição formal do termo. Rachels não dá nenhuma. Em vez disso obtemos “algo de como o conceito opera” num exemplo de testar cosméticos nos olhos de coelhos, e um palavreado difuso. Isto não é defesa contra o egoísmo e o mal que vemos em nós mesmos e em nossos semelhantes.
A experiência demonstra que qualquer norma moral fraca e relativista será torcida em qualquer forma que seja necessária para nos permitir fazer o que quisermos a nosso próximo. Há muitos exemplos: escravidão; perseguição racial e religiosa; um milhão de abortos por ano nos Estados Unidos; a epidemia de abandono, abuso e morte de bebês; leis que permitem suicídio assistido e eutanásia; expurgo étnico, etc. Precisamos ter uma norma clara de nossas obrigações para com todo membro da família humana. Essa é a diferença entre moralidade e amoralidade. Não há terreno neutro.

Darwinismo e amoralidade

A conexão entre darwinismo e amoralidade é agora explícita. Na New York Times Magazine de 3 de novembro de 1997, Stephen Parker escreveu sobre “psicologia evolucionista”. Ele nos diz que “filósofos da ética concluíram que... nossos neonatos imaturos não possuem o direito à vida mais do que um camundongo”, e alega que “o infantocídio pode ser o produto de trauma maternal” visto “ter sido praticado e aceito na maioria das culturas através da história.” Ele assim liga o infanticídio diretamente a nossos ancestrais e à luta pela sobrevivência
darwiniana, que por vezes requer que as mães matem seus filhos a fim de promover seu futuro reprodutivo. Em artigos como este, aquilo que outrora era impensável é apresentado como razoável e aceitável. Estamos sendo amaciados para uma mudança na moralidade da comunidade — que mantém que alguns seres humanos merecem respeito e proteção, mas outros não, e podem ser mortos com impunidade. Podemos ver esse processo em operação hoje, nos pronunciamentos acadêmicos, e cada vez mais na mídia popular.
Há apenas 50 anos, toda nação com voto nas Nações Unidas rejeitou este modo de pensar. A ética que emerge no Ocidente é um repúdio direto da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Em seu preâmbulo, a Assembléia Geral das Nações Unidas unanimemente (com oito abstenções) declarou que “o fundamento da liberdade, justiça e paz do mundo” é “o reconhecimento da dignidade inerente e dos direitos iguais e inalienáveis de todos os membros da família humana.” Nos próprios Artigos, achamos que “Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos” (Artigo 1); “Cada um possui todos os direitos e liberdades anunciadas nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie” (Artigo 2); “Todos têm direito à vida, liberdade e segurança de sua pessoa” (Artigo 3); “Todos têm direito ao reconhecimento em toda parte como uma pessoa diante da lei” (Artigo 6); e “Todos são iguais diante da lei e têm direito sem nenhuma discriminação à igual proteção da lei” (Artigo 7). Esta linguagem não é equívoca; não pode haver confusão quanto a seu significado. Aceitar o que Rachels e Pinker estão oferecendo significa voltar as costas à sabedoria do passado.
Maturidade (e nossa segurança) exige reflexão honesta. Um sistema de ética baseado em relativismo moral sempre terminará com o forte no poder e o fraco debaixo de seu calcanhar. A filosofia darwinista, levada à sua conclusão lógica, não nos leva a parte alguma, e isso devia bastar para que a rejeitássemos. Talvez não devêssemos estar surpresos de ver os darwinistas abraçando uma filosofia tão cruel e utilitária, mas o que mais surpreende é o número de moralistas, filósofos e outros que se identificam como cristãos mas insistem que adotemos uma ética tão diferente da de Cristo.
O argumento a favor do relativismo moral é sutil à primeira vista. Freqüentemente começa reafirmando a verdade biológica (e bíblica) de que somos humanos desde o momento da concepção. Mas, depois nos é dito que há uma diferença entre um “ser humano” e uma “pessoa”, e que “personalidade” é a categoria que um ser humano precisa alcançar a fim de ter direito à vida. As qualificações para “personalidade” variam — mas geralmente incluem a posse de consciência de si mesmo como condição necessária para ser uma “pessoa” com pleno status moral (por exemplo, ter o direito de não ser morto). Naturalmente nenhum ser humano nasce com consciência de si mesmo, e muitos de nós podemos perder a consciência, temporária ou permanentemente, devido a trauma, enfermidade ou idade.
O individualismo moral (ou a ética da “personalidade”) e a declaração das Nações Unidas dos Direitos Humanos colidem; são inteiramente incompatíveis. A Declaração das Nações Unidas é fundada sobre a tradição moral judaico-cristã — uma tradição que remonta a milênios. O “individualismo moral” pretende ser fundado na razão humana, e é expresso em afirmações que começam com: “Eu argumento....” “Eu vejo...”, ou “Eu sustento ...”. O “individualismo moral” propõe que tanto os seres humanos como os animais devem ser julgados pelos mesmos critérios relativistas. Neste universo moral, seres humanos perderam seus direitos inalienáveis à vida, algo que os cristãos defendem na base da declaração: “Criou Deus o homem à Sua imagem: à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou” (Gênesis 1:27).

Tirado do pedestal

Tirando os seres humanos do pedestal de dignidade sobre o qual a Bíblia os colocou tem implicações para todos, não somente para os pacientes em estado comatoso, os neonatos com defeitos, os velhos enfermiços, e outros diferentes de “nós”. Debaixo da ética do “individualismo” não há princípio que impeça que uma raça classifique outras raças como não plenamente humanas e de escravizá-las ou eliminá-las. Não há princípio responsabilizando aqueles que procuram degradar os outros ao status de “não-pessoas”. Não há princípio condenando os pais que recorrem a testes pré-natais para determinar o sexo de um feto e depois abortam se for menina. Não há princípio para impedir que uma sociedade determine que o pleno status humano não seja atingido antes dos 3 ou 4 anos, e de fundar centros para eliminar as “não-pessoas” indesejáveis. Não há princípio para impedir a clonagem de um indivíduo, ou o uso do ser humano como um estoque de órgãos avulsos. Podemos recuar destas sugestões, mas a verdade é que quando abandonamos o imperativo bíblico de que a vida humana inocente é sagrada e não pode ser tocada, estamos todos debaixo de risco, porque quando os fortes dominam, “a força faz o direito”.
Quando moralistas cristãos chegam às mesmas conclusões que os darwinistas sobre nossas obrigações para com o nosso próximo, é tempo de pensar cuidadosamente. Deus nos criou, e Ele conhece o mal de que somos capazes. Por esta razão, Ele nos instruiu a tratar todos os seres humanos como dignos de respeito. Nem o “individualismo moral” nem a ética da “personalidade” é compatível com a interpretação tradicional das Escrituras, e isso deveria ser razão suficiente para rejeitá-los. Mas, além disso, para aqueles cuja fé é fraca, a história oferece muitas demonstrações de que antes de qualquer matança tem havido uma divisão da população em “nosso grupo” (protegido) e “os demais” (não protegidos) que torna permissível ir adiante com a matança. A maior parte dos moralistas relativistas não tem esta intenção. Estão simplesmente tentando criar uma base não-dogmática, racionalista para um comportamento que eles julgam apropriado.
Creio que James Rachels tem razão em seu argumento: Uma pessoa não pode ser darwinista e manter de modo lógico a opinião tradicional de que a vida humana é sagrada. A pergunta mais imediata para os cristãos parece ser mais relevante: Pode uma pessoa crer que a vida humana não é sagrada e ainda ser cristão?


Earl Aagaard (Ph.D., Colorado State University) é professor de biologia no Pacific Union College. Seu endereço postal: 3 College Ave., Angwin, California 94508. E-mail: eaagaard@puc.edu

terça-feira, 23 de junho de 2009

Qual Jesus você serve?


Cada vez fica mais evidente a diferença entre aquilo que Cristo pregou e viveu, e aquilo que os seus discípulos pregam e vivem. Muitos “seguidores” de Cristo parecem ignorar diversos fatos da vida do Mestre, dando a clara impressão de servirem a outro Jesus, que não é o da Bíblia.
Vemos os “discipulos” da atualidade ensinando uma religião hedonista, onde Cristo não é o salvador da alma, e sim o salvador “da pele”. O objetivo principal dessa religião não é ser salvo ou agradar a Deus, mas desfrutar de todas as benesses de uma vida religiosa. Promete-se uma vida de abundante felicidade e isenta de enfermidade ou dor, um oceano cor-de-rosa! Não há nele qualquer menção ao sofrimento, afinal, os filhos de Deus não sofrem nunca, e jamais serão pobres: “Nosso Deus é o dono do ouro e da prata” [1], dizem, ignorando completamente que esse ouro é dele, e não nosso. A dissonancia desse Cristo triunfalista é obvia: Jesus nos chamou para servir a ele, e não para servir-se dele. Ele disse: “Quem quiser vir após mim, negue-se a si mesmo, tome a cada dia a sua cruz, e siga-me”[2]. E no tocante ao seu reino, ele foi bastante sincero ao dizer que o seu “reino não é deste mundo”[3]. Aqueles que pregam um cristianismo hedonista dizem que ninguém jamais saiu triste da presença de Jesus, pois ele sempre correspondeu às expectativas dos seus seguidores. Eles ignoram o caso daquele jovem rico, que ao ter seu coração descoberto e sua avareza desvelada, se afastou de Jesus, e saiu triste [4]. Evangelho não são benesses temporais, mas uma vida atemporal, no céu. Não é satisfação para os nossos prazeres, e sim a mortificação da nossa carne. Aqueles que pensam que Jesus é um grande solucionador de problemas, um Silvio Santos gospel a jogar aviãozinhos de dinheiro para o auditório, estão muito equivocados. Os que assim procedem, definitivamente, não conhecem a Jesus.
Se por um lado há aqueles que pensam que Jesus é um Silvio Santos celestial, por outro há também quem pense que ele é um fariseu enfurecido cheio de raios nas mãos, pronto para dispará-los sobre as cabeças daqueles que tiverem qualquer comportamento não-religioso. O pior é que nesse exacerbado zelo, eles acabam optando por um ascetismo hipócrita, isolando-se das pessoas e vendo o mundo como um inimigo, e não como objeto do amor de Deus [5]. Estes se comportam como separatistas radicais, fazem violência a individualidade humana ao impor uma série de proibições absurdas, como “não toques, não proves, não manuseies” [6], e se esquecem que Jesus não foi um abitolado que se escondia das pessoas por medo de se contaminar: ele comia com os publicanos pecadores, participava de festas [7], e abriu seu ministério com um milagre sem igual: transformou 600 litros de água em vinho da melhor qualidade! Mas acontece que os neo-fariseus passam de largo por estes textos, preferindo uma fé míope e legalista, do que viver a plena liberdade que Cristo nos oferece. Para os tais, um Cristo que bebe vinho, come com pecadores e é amigo de prostitutas, definitivamente é carta fora do baralho. Aliás, a propria menção da palavra “baralho” é suficiente para provocar-lhes escandalo!
Olho para ambos grupos com uma profunda tristeza em meu coração, pois percebo que nenhum deles compreendeu ainda a essência do evangelho. Como é difícil a moderação! Qualquer que seja a época, a tendencia da igreja (instituição) é sempre polarizar: ou fundamentalista, fariseu e xiita, ou libertino, hedonista e leviano. O bom senso, velho árbitro da moralidade, está em falta na prateleira do mercado religioso. Contudo, o mais deprimente é ver que ambos grupos não conhecem a Jesus. Eles dizem conhecê-lo e até serví-lo, mas na verdade eles adoram um ídolo. Sim, um ídolo forjado por eles mesmos, uma divindade de Edom, feita sob medida para satisfazer suas concupiscências e prazeres mundanos. Ou um outro totalmente diferente, mas igualmente destrutivo, um divinade xiito-farisaica, produto de uma consciência culpada que deseja comprar o favor de Deus mediante sua pseudo-santificação; santificação esta que está muito mais relacionada ao corte de cabelo e com as vestimentas, do que com o caráter, pensamentos e atitudes de Cristo. Ambos pisam a graça divina, pois se o hedonista não pensa nas coisas espirituais e anela um céu na Terra, o legalista deseja até morar no céu, mas não está disposto a confiar na graça barata, na graça de graça: ele quer pagar o direito de piso. Simonista, ele espera comprar o Dom de Deus mediante a observância de certas práticas que, “apesar de parecerem sábias, uma verdadeira demonstração de humildade e disciplina, não tem nenhum valor para controlar as paixões que levam à imoralidade” [8].
Contrastando com o Jesus fariseu e com o Jesus libertino, está o Jesus bíblico. Olvidado e desprezado, já quase não figura nos púlpitos do nosso país. Cada vez mais me convenço de que o Brasil ainda é um campo missionário, pois apesar do assombroso crescimento dos cristãos evangélicos, apenas uma pequena parcela demonstra conhecer o Cristo da bíblia, o qual é “uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo”[9]. Muitos tropeçam, se escandalizam e caem, mas a Providência de Deus afirma: “Quem crer nele não será confundido”[10], e é por isso que, por mais que me apresentem um outro Cristo, e ainda que esse Cristo genérico faça chover milagres do céu, não abro mão das minhas convicções. Eu sei em quem tenho crido. Eu cri no Cristo. Jamais poderão me confundir!
***Notas: 1. Ageu 2.8 / 2. Marcos 8.34 / 3. João 18.36 / 4. Mateus 19.22 / 5. João 3.16 / 6. Colossenses 2.21 / 7. João 2.1 / 8. Colossenses 2.23 / 9. Romanos 9.33; 1Pedro 2.8

por: Leonardo Gonçalves do Púlpito Cristão
Via: Gospel Prime

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Semeadores de Fogo



Pela segunda vez os Semeadores de Fogo estarão na Comunidade Vida Nova, em Araraquara. Dias 3 e 4 de junho serão dias de muita comunhão com o Espírito Santo e de muitas curas. Vimos muitas pessoas serem curadas: surdez, hérnias de disco (coluna), nódulos de mama e muitas outras doenças foram curadas diante dos olhos de todos os presentes.

Eu não vou perder!

Como chegar? Clique aqui.




segunda-feira, 20 de abril de 2009

Dúvida

“O que é que fazem quando não têm certeza?

Esse é o tópico do meu sermão hoje.

No ano passado quando o presidente Kennedy foi assassinado, quem entre nós não experimentou a mais profunda desorientação?

Desespero?

Para que lado? E agora? O que é que eu digo aos meus filhos? O que digo a mim mesmo?

Foi um alvoroço em que as pessoas se sentaram juntas, ligadas umas às outras pelo sentimento comum de desesperança.

Mas pensem nisto! A vossa ligação com vosso semelhante era o vosso desespero.

Foi uma experiência pública. Foi horrível, mas estávamos naquilo juntos.

Quão pior é então, para o homem só, para a mulher só, atingido por uma calamidade privada?

“Ninguém sabe que estou doente.”

“Ninguém sabe que perdi meu último amigo verdadeiro.”

“Ninguém sabe que fiz algo errado.”

Imaginem o isolamento…

Agora vêem o mundo como de uma janela. De um lado do vidro: pessoas felizes, sem problemas; e do outro lado: vocês.

Quero contar uma estória:

Um navio de carga afundou numa noite. Pegou fogo e afundou. E apenas um marinheiro sobreviveu.

Ele encontrou um salva-vidas, montou uma vela e sendo de disciplina náutica, voltou seus olhos para os céus e leu as estrelas. Ajustou a rota para casa e, exausto, adormeceu.

Nuvens começaram a aparecer. Enas noites seguintes ela já não conseguia ver as estrelas. Ele pensava estar na rota certa, mas não havia maneira de ter certeza. E enquanto os dias passavam e o marinheiro definhava, ele começou a ter dúvidas.

Será que tinha ajustado bem a rota? Estaria ainda indo na direção de sua casa? Ou estava horrivelmente perdido e condenado a uma morte terrível? Não havia maneira de saber.

A mensagem das constelações, será que a tinha imaginado, devido a circunstância desesperadora?

Ou terá ele visto a verdade uma vez e agora teria que se agarrar a ela sem mais nada que o assegurasse.

Há alguns de vocês na igreja hoje que conhecem exatamente a crise de fé que descrevi e eu quero lhes dizer que a dúvida pode ser uma ligação tão poderosa e sustentável quanto a certeza.

Quando estão perdidos vocês não estão sozinhos.”

Discurso do Padre Brendan Flynn, personagem do filme DOUBT (Miramax – 2008)

quinta-feira, 26 de março de 2009

Levanta-te Josué!



"Moisés, meu servo, é morto; levanta-te, pois, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel." Josué 1:2


Muitas vezes as coisas parecem impossíveis ou intransponíveis a nossos olhos incrédulos. Imagino o que Josué sentiu com a morte de Moisés, afinal, ele tinha sido um homem usado por Deus de maneira inigualável (Deuteronômio 34:10) e se a ele não foi dado chegar à terra prometida, o que esperava por Josué? Entretanto Josué foi erguido pelo Senhor como sucessor de Moisés, pois este lhe impusera as mãos (vs.9).

Moisés estava morto e isto era um fato. Era definitivo. Diversas situações em nossas vidas são assim: a morte de alguém, perda de um emprego, separação, solidão. São ocasiões, dentre outras, que se mostram definitivas as quais não podemos fazer voltar atrás. Elas devem ser pranteadas (Deut. 34:8) mas não devemos ficar apáticos, conformados, prostrados perante uma situação.

O povo estava ali, nas campinas de Moabe, onde Deus havia mostrado a Moisés a terra prometida (Deut. 34:1), mas havia entre eles e aquela terra o Rio Jordão, havia uma situação que deveria ser resolvida, um obstáculo a ser superado, um relacionamento a ser resgatado, enfim, quanto sacrifício e força de vontade deveriam ter para passar à outra margem daquele rio?
Porém o Senhor disse: Josué, levanta-te e atravessa aquele rio. Moisés morreu, Josué. Não adianta chorar, levanta e segue em frente! Quantas vezes não temos que seguir adiante mesmo com o coração em pedaços, o espírito dolorido, sem alternativa ou chance sequer de prantear nosso problema?
O mundo não pára e nossa vida também não pode parar. Precisamos seguir vivendo e superando nossas dificuldades pessoais e os obstáculos da vida que estão em nosso caminho. Em Mateus 8, ao atravessarem o mar da galiléia, sobreveio "uma tempestade, tão grande que o barco era coberto pelas ondas" e os discípulos diziam: "Salva-nos ou pereceremos" (vs. 24 e 25).
Assim como Jesus disse aos discípulos não temerem e terem fé, Deus disse a Josué: tem bom ânimo e esforça-te, e não te desvies da lei. Não temas nem se espante porque o Senhor teu Deus é contigo por onde quer que andares.
Então não podemos nos entregar diante das dificuldades de nossa vida, certos de que nos esforçando, tendo bom ânimo e andando dentro dos ensinamentos de Deus, não precisamos temer tempestade alguma, porque Deus será conosco!
Aleluia! Maranata!

quarta-feira, 25 de março de 2009

ÁGUA E ENVELHECIMENTO

Sempre que dou aula de Clínica Médica a estudantes do quarto ano de Medicina, lanço a pergunta: "Quais as causas que mais fazem o vovô ou a vovó terem confusão mental?"Alguns arriscam: "Tumor na cabeça:". Eu digo: "Não". Outros apostam: "Mal de Alzheimer". Respondo, novamente: "Não". A cada negativa a turma espanta-se. E fica ainda mais boquiaberta quando enumero os três responsáveis mais comuns: diabetes descontrolado; infecção urinária; a família passou um dia inteiro no shopping, enquanto os idosos ficaram em casa.Parece brincadeira, mas não é. Constantemente vovô e vovó, sem sentir sede, deixam de tomar líquidos. Quando falta gente em casa para lembrá-los, desidratam-se com rapidez. A desidratação tende a ser grave e afeta todo o organismo. Pode causar confusão mental abrupta, queda de pressão arterial, aumento dos batimentos cardíacos ("batedeira"), angina (dor no peito), coma e até morte.
Insisto: não é brincadeira.
Ao nascermos, 90% do nosso corpo é constituído de água. Na adolescência, isso cai para 70%. Na fase adulta, para 60%. Na terceira idade, que começa aos 60 anos, temos pouco mais de 50% de água. Isso faz parte do processo natural de envelhecimento. Portanto, de saída, os idosos têm menor reserva hídrica. Mas há outro complicador: mesmo desidratados, eles não sentem vontade de tomar água, pois os seus mecanismos de equilíbrio interno não funcionam muito bem.Explico:Nós temos sensores de água em várias partes do organismo. São eles que verificam a adequação do nível. Quando ele cai, aciona-se automaticamente um "alarme".
Pouca água significa menor quantidade de sangue, de oxigênio e de sais minerais em nossas artérias e veias. Por isso, o corpo "pede" água. A informação é passada ao cérebro, a gente sente sede e sai em busca de líquidos.Nos idosos, porém, esses mecanismos são menos eficientes. A detecção de falta de água corporal e a percepção da sede ficam prejudicadas. Alguns, ainda, devido a certas doenças, como a dolorosa artrose, evitam movimentar-se até para ir tomar água.Conclusão:Idosos desidratam-se facilmente não apenas porque possuem reserva hídrica menor, mas também porque percebem menos a falta de água em seu corpo. Além disso, para a desidratação ser grave, eles não precisam de grandes perdas, como diarréias, vômitos ou exposição intensa ao sol. Basta o dia estar quente - e o verão já está aí - ou a umidade do ar baixar muito - como tem sido comum nos últimos meses. Nessas situações, perde-se mais água pela respiração e pelo suor. Se não houver reposição adequada, é desidratação na certa. Mesmo que o idoso seja saudável, fica prejudicado o desempenho das reações químicas e funções de todo o seu organismo.
Por isso, aqui vão dois alertas.O primeiro é para vovós e vovôs: tornem voluntário o hábito de beber líquidos. Bebam toda vez que houver uma oportunidade. Por líquido entenda-se água, sucos, chás, água-de-coco, leite. Sopa, gelatina e frutas ricas em água, como melão, melancia, abacaxi, laranja e tangerina, também funcionam. O importante é, a cada duas horas, botar algum líquido para dentro. Lembrem-se disso!
Meu segundo alerta é para os familiares: ofereçam constantemente líquidos aos idosos. Lembrem-lhes de que isso é vital. Ao mesmo tempo, fiquem atentos. Ao perceberem que estão rejeitando líquidos e, de um dia para o outro, ficam confusos, irritadiços, fora do ar, atenção. É quase certo que esses sintomas sejam decorrentes de desidratação. Líquido neles e rápido para um serviço médico.

ALÉM DE MUITO, MAS MUITO CARINHO E AGRADECIMENTO POR TUDO!!!

Arnaldo Lichtenstein (46)Médico, é clínico-geral do Hospital das Clínicas e professor colaborador do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). - Matéria disponível em vários sites na internet.

terça-feira, 24 de março de 2009

Maranata!

Maranata (do original מרנא תא) é uma expressão aramaica que ocorre uma vez na Bíblia, empregada pelo Apóstolo Paulo na Primeira Epístola aos Coríntios capítulo 16 versículo 22 (Se alguém não ama ao Senhor, seja anátema. Maranata.). O termo é a composição de duas palavras, que transliteradas dão origem à palavra Maranata e que significa "O Senhor vem!" ou ainda "Nosso Senhor vem!". No desfecho do livro do Apocalipse, a mesma expressão é utilizada como uma oração ou pedido, desta feita na língua grega, e traduzida por: “Vem, Senhor”.

Origens históricas
Na época do Velho Testamento, o Rei viajava para fazer justiça. Um arauto ia adiante dele tocando a trombeta e advertindo o povo: O Rei está vindo! - Maranata. Aqueles que esperavam por justiça desejavam a vinda do Rei. O povo da terra a ser visitada preparava-se para sua chegada limpava e reparava os caminhos, demonstrando assim obediência e desejo de agradar ao Rei.
A palavra parece ter sido usada como uma senha entre os cristãos da igreja primitiva, e provavelmente foi neste sentido usada pelo Apóstolo Paulo.
Entretanto, a palavra anátema colocada logo antes no texto bíblico causa algumas discrepâncias em traduções para nossa língua pois como os textos originais em grego do Novo Testamento não tinham pontuação alguns tradutores que não conheciam o significado da palavra Maranata colocavam as palavras juntas e traduziram o verso como Se alguém não ama ao Senhor seja anátema maranata. Mas é certo que a expressão assim colocada não faz sentido.
A palavra “Maranata” era também utilizada nos cultos para invocar a presença do Senhor na Ceia.
Era usada ainda para expressar o desejo de seu retorno para estabelecer seu Reino. Equivale ao pedido feito pela Igreja na oração dominical: “Venha o teu Reino”. Com relação à volta do Senhor Jesus, “Maranatha” tinha um duplo sentido: era uma oração – “Vem, Senhor” – e uma expressão de fé – “O Senhor está voltando!”. O uso da palavra nos tempos do Novo Testamento indicava a forte expectativa dos crentes de que o Senhor Jesus voltaria. Essa fé e a disposição de anunciar a volta do Senhor Jesus eram reforçadas pelo poder, pelos dons espirituais e por sinais que o Senhor operava em seu meio, demonstrado que ele estava vivo no meio do Seu povo!
Atualmente a expressão é muito utilizada por cristãos, especialmente os evangélicos, para referenciar o arrebatamento da igreja.

Fonte: www.wikipedia.org

sábado, 7 de março de 2009

O Caminho

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João 14:6
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

quarta-feira, 4 de março de 2009

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Batismo

Em que pese as tribulações enviadas pelo inimigo, Aquele que habita em nós mostrou-se - como não poderia deixar de ser- mais forte do que aquele que habita este mundo e finalmente fomos batisados nas águas nesta terça-feira.

Foi um dia de grandes emoções, muita intimidade com Deus e surpreendentemente para mim, Ele mostrou-se bem mais próximo e revelou-me grandes coisas. No tempo oportuno dividirei aqui neste blog.

Assistam ao momento de nossa ressurreição:





Ao final do dia, Deus mostrou-nos algo mais: mostrou-nos sua aliança com todo aquele que crê.


Gênesis 9:13
O meu arco tenho posto nas nuvens; este será por sinal da aliança entre mim e a terra.





segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Quem nos separará do amor de Cristo?

“Quem nos separará do amor de Cristo? Será tribulação, ou angústia, ou perseguição, ou fome, ou nudez, ou perigo, ou espada?” Romanos 8.35

Paulo, quando escreve aos romanos, reforça as bênçãos advindas da fé no Salvador, mas não esconde-nos a verdade, bem como os autores dos evangelhos. Paulo afirma que estamos sujeitos a passar por problemas severos, problemas certamente indesejáveis, e lista alguns deles: tribulação, angústia, perseguição, fome ou nudez, ou seja, necessidades físicas básicas, perigo ou espada, que quer dizer agressão física, resistência feroz. Ele mesmo passou por todas essas dificuldades que apresentou-nos. Mas Paulo não dá valor ao tipo de problemas que devemos ou podemos enfrentar. Ele ressalta o fato de que nada disso deverá nem poderá nos afastar do amor de Cristo.

Oração:

Pai, bem sei que o Senhor não me abandona nas dificuldades, mas que elas servem para aproximar-me de ti e fazer ver as tuas maravilhas de maneira mais clara. Obrigado, Senhor.

fonte: http://www.igrejavideira.com/

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Lavado com água limpa

Hebreus 10:22
Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa,

Sigo esta semana na preparação para o batismo. Deus tem trabalhado incansavelmente em minha vida, preparando-me para aquele momento. Tem trazido muitas questões antigas e escondidas à tona, para serem trabalhadas.

Como És bondoso, ó Senhor!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O grão de trigo

Durante muito tempo em minha vida, não participava do carnaval. Não gostava, era tímido, preferia outras maneiras de passar o feriado. Não que fossem maneiras melhores aos olhos de Deus não, mas não era "pulando" feito pipoca que eu passava.
Então, posso dizer que a cada carnaval, mesmo não "pulando" eu me afastava cada vez mais de Deus, eu morria para Deus.
Mais um carnaval se aproxima e mais uma vez vou morrer, mas desta vez morrerá o grão de trigo, para germinar um novo homem.
No retiro da Igreja, na próxima terça-feira, além da congregação com os Irmãos, eu e minha esposa desceremos às águas e, quando emergirmos novamente, novas pessoas terão nascido, para Glória de Deus, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.


João 12:24 Na verdade, na verdade vos digo que, se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito fruto.
25 Quem ama a sua vida perdê-la-á, e quem neste mundo odeia a sua vida, guardá-la-á para a vida eterna.
26 Se alguém me serve, siga-me, e onde eu estiver, ali estará também o meu servo. E, se alguém me servir, meu Pai o honrará.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Como um farol que brilha ao longe

Enquanto tomava o café da manhã, assistia à TV uma notícia aparentemente comum, infelizmente: bombeiro salvava rapaz afogado.
Entretanto não se tratava de um salvamento comum. Imerso nas águas há vários minutos o corpo do rapaz fora retirado sem vida, com os olhos e bocas abertos, azulado, "típico de casos de óbito". Ao ouvir do bombeiro que nada havia a fazer, o pai do rapaz se desesperou e pediu que o bombeiro e uma enfermeira que estava lá ao acaso insistissem "enquanto eu rogava a Deus que me devolvesse meu único filho", disse o pai à reporter. Comovi-me ao saber que o rapaz ressussitara e nenhuma sequela restara, inclusive estava dando entrevistas, jurando aproveitar essa segunda chance que Deus havia lhe dado.
Ao abrir o Blog deparei-me com uma foto de um farol e lembrei-me da canção de Aline Barros e de como Deus nos usa para sermos como um farol que brilha ao longe, como ponte sobre as águas, como como flecha que acerta o alvo, tal qual usou a vida desse rapaz, de seu pai, do bombeiro e da enfermeira, para mostrar que a Ele nada é impossível e que "tudo o que a Ele pedirmos, crendo, receberemos".

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Um soco no estômago de todos os cristãos

Hoje, quinta-feira é um dia especial. É o dia que dedico ao Senhor, para alcançar alguns propósitos.
Deparei-me com este vídeo. Forte, sem meias palavras.

Mateus 5:37
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Calafates

"Os anciãos de Gebal e os seus sábios eram em ti os teus calafates; todos os navios do mar com os seus marinheiros se achavam em ti para transportarem as tuas mercadorias." Ez. 27:9

O nome Calafate vem de “calafetar”, atividade realizada pelos marinheiros que preenchiam as frestas dos barcos com estopa e piche, fechando-as bem. Seu trabalho era feito nos porões, mas era de suma importância pois as naus eram de madeira e faziam muita água.
Esse trabalho humilde, de formiguinha, é o próprio trabalho do cristão. Reparando brechas, para que a nau da Restauração navegue.
E é a isso que este Blog se propõem, além de, logicamente, receber os amigos e fazer novas amizades também.

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